O Pato Lógico desenvolve outros projectos, além dos livros editados sob a sua chancela: produz textos, ilustração e design à medida das necessidades dos seus clientes e parceiros.

  • Ana Fialho

    Designer editorial e contadora de histórias de terror na hora de almoço

    Miúda nortenha. 1982 foi o ano que a viu nascer. Não percebia nada do désaine, mas um desenho na escola primária fez com que acreditasse que sabia desenhar. Um Luís de Camões cabeçudo que guarda religiosamente no sótão da casa dos pais. A ESAD deu-lhe o canudo e o João Faria, com quem trabalhou no seu atelier DROP, ensinou-lhe uns truques. Mudou-se para a capital em 2012 e sem se aperceber foi-se transformando numa Pata. O seu pato preferido é o Peninha.

  • André Letria

    Editor, pato-mestre e ex-bonasvolhas

    Nasceu em Lisboa, em 1973. É ilustrador e já fez cenografia e cinema de animação. As suas ilustrações preenchem páginas de livros e jornais desde 1992. Ganhou prémios, perdeu cabelo e participou em exposições. Alguns dos seus livros estão publicados em vários países, incluindo o Luxemburgo. Em 2010, criou o Pato Lógico e passou a ser também editor. É fã do Benfica desde sempre e do Daffy Duck desde pequenino.

  • Andreia Almeida

    Designer de Comunicação e assobiadora de guilty pleasures

    Nasceu em Lisboa, no ano de 1983. A FBAUL deu-lhe licença para exercer Design de Comunicação em 2006 e sete anos mais tarde tornou-se mestre em Design de Comunicação e Novos Media na mesma casa. Pelo meio, estudou em Milão, rumou a Berlim para estagiar com Manuel Räder e comer bolas com creme, trabalhou com o CECL e co-fundou o Colectivo Vivóeusébio, onde tem desenvolvido publicações e comunicação visual para vários projectos culturais. É fã d’O Pato de João Gilberto, que já cantarolou pelo menos 4950 vezes nos últimos três anos.

  • Inês Felisberto

    Coordenadora editorial e cinturão negro em diplomacia

    Nasceu em Cascais, em 1982. É licenciada em Sociologia pelo ISCTE, mas encontrou-se verdadeiramente na área editorial, onde começou a coordenar publicações infanto-juvenis para a imprensa, numa empresa de marketing infantil. Fez gestão de projectos pontuais para clientes em diversas áreas. É coordenadora editorial e gestora de projecto no Pato Lógico, e é a dar asas a novas publicações e a praticar o vernáculo que se sente feliz. Gosta de patos de borracha desde pequenina e de pato à Pequim desde que tem dentes.

  • Madalena Marques

    Espremedora de histórias, actriz animadora e apreciadora de bons frutos

    Nasceu em 1984, o ano de «What's Love Got to Do with It», de Tina Turner. Maria Terra era para ter sido o seu nome. Dizia em pequena que queria trabalhar para as pessoas. Tem formação em Artes Performativas, Educação e Direitos Humanos. Entre várias experiências, destaca os trabalhos no Musée des Enfants, em Bruxelas, na Divisão Cultural da Câmara Municipal da Moita, em escolas espalhadas pelo país e na Cooperativa Mó de Vida. Colabora com o Serviço Educativo do Pato Lógico e anima tardes mais sombrias sempre que sobrevoa o escritório.

  • Marta Ferreira

    Assistente editorial e geek nativa digital

    Famalicão viu-a nascer em 1991. O poder das histórias cativou-a logo em pequena e é desde então devoradora assumida de livros. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Europeias na Universidade do Minho e é mestre em Edição de Texto pela Universidade Nova de Lisboa. Gere o site e a loja online, a distribuição e a divulgação da editora. Acompanha os vários projectos editoriais e coordena, com a Inês Felisberto, as vendas de direitos de tradução. Jemima, a pata das histórias do Peter Rabbit, de Beatrix Potter, é a sua pata de eleição.

  • Ricardo Henriques

    Autor, redactor e extintor

    Lisboeta desde 1976, herdou o gosto pelo desenho por via paterna e o gozo da escrita por via uterina. Não se decidindo por nenhum dos amores, já fez design gráfico, ilustração, redacção publicitária, redacção para imprensa e criou um Presidente Honesto, que perdeu as eleições. É co-editor da revista Voa, onde escreve sobre minudências, faz reportagens e o pino. Desde 2012, ano em que escreveu Mar, um actividário premiado na Feira de Bolonha, que não pára de escrever livros reconhecidos pela crítica, pelo público e pelos colegas. Aprecia patacoadas de todos os tamanhos.